Irmãs de S. José de Cluny
Quinta do Loureiro
Av. de Ceuta Norte, Lote 7, 1º C
1300 – 125 LISBOA
Tel: 213 640 740


A marcar o início do milénio, em 2001, a Província Portuguesa da Congregação de S. José de Cluny celebrava simultaneamente dois aniversários festivos:
- 150 anos da morte - ressurreição de Ana Maria Javouhey, sua fundadora
- 120 anos de presença das Irmãs de S. José de Cluny, em Portugal

Entre as actividades comemorativas desse ano, realizaram-se:

1. Umas Jornadas Cluny, nos dias 14 e 15 de Julho - aniversário do falecimento da Madre Fundadora (Paris, 15/07/1851)

2. Abriu-se uma Comunidade, em Lisboa, a 10 e 11 de Novembro, aniversário de nascimento e baptismo de Ana Maria Javouhey (Chamblanc,1779).

A pedido do Patriarcado de Lisboa, em colaboração com a Câmara Municipal, sendo principal intermediário o Pároco de Santo Condestável, acedemos fundar uma pequena comunidade inserida no novo Bairro da Quinta do Loureiro.

Este novo bairro que realojou os moradores do Casal Ventoso que fora demolido, necessitava de toda uma reestruturação e aprendizagem de novo estilo, no qual era imprescindível a presença da Igreja.

No bairro foi inaugurada a Capela de "Nª Sª de Fátima", onde foi celebrada a Missa de Natal, presidida por D. Tomás Nunes, Bispo Auxiliar de Lisboa e se continua a celebrar a Eucaristia dominical e a ter momentos de oração mariana, com a participação crescente dos moradores.

Ao fim de um ano de presença, a avaliação é fortemente positiva.
Gradualmente as Irmãs foram-se inserindo no meio e assumindo compromissos de âmbito social e de sensibilização religiosa.

Uma Irmã enfermeira preenche os seus dias com cuidados de enfermagem, no domicílio ou no Centro, anima os idosos num Centro de Convívio, faz várias visitas a doentes e pessoas isoladas. Uma outra, faz o despertar religioso num grupo de Pré-Primária, colabora numa Instituição de apoio à mulher "Ajuda de Mãe”, colabora com o Pároco na Pastoral Paroquial e do Bairro.

A Comunidade é um pouco a "porta aberta para quem bate". Procuramos estar ao lado daqueles que mais sofrem e tentamos aliviar as muitas dores e feridas.

Com Ana Maria Javouhey repetimos: "Dou graças a Deus que se serve de pobres criaturas como nós. Só a Ele devemos dar glória." (carta 136).

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